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Blog do Márcio | Márcio Pedro

Quem é Márcio Pedro? Contador e Pós-graduado em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria, é Gerente Administrativo de uma grande indústria e distribuidora de alimentos. Sempre atualizado em assuntos de economia, política, educação e literatura, escreve também microcontos

Capitulo 1

Acontecia de cair naquela manhã de domingo uma torrencial chuva de inverno, que fez com que eu sentisse os pêlos do meu corpo trabalharem em sincronia para me proteger. Abri um lado da janela do quarto que eu estava, e levei aquela lufada fria no rosto, imediatamente fechei-a novamente. São 5 horas da manhã, ainda tá cedo, balbuciei, e voltei pra cama.

Os minutos que eu observava os pingos de chuva cairem, foi suficiente para Nayara, se mexer no gostoso sono da madrugada e deixar sua bunda toda desnuda. Uma imagem bonita, mas que a miopia dos meus olhos à tornou embaçada. Corri na ponta de pé para meu criado mudo em busca dos meus óculos, um segundo perdido e ela poderia se cobrir novamente, ou na melhor das hipóteses, mudar de posição.

O danado de duas pernas socou-se para debaixo da cama, talvez com vergonha do que observara à algumas horas atrás. Ele era a unica testemunha ocular daquela noite, mas o peguei e pus na minha cara toda amassada do travesseiro e voltei para o pé da cama. A imagem de Nayara deitada na cama estava a mesma, só que agora em qualidade 4k, zombei de mim mesmo, da minha dependência oftalmológica .

Capítulo 2

Fiquei aterrorizado por não ter meu celular por perto, ele havia ficado carregando a bateria numa tomada da cozinha e ir até lá poderia jogar tudo por água abaixo. Sem o equipamento, me concentrei na imagem dela com minhas lentes anti-reflexos. A chuva nesse momento tinha diminuido um pouco e o meu estomago roncou fazendo um barulho inesperado. Em cima da cama Nayara apresentava para meus olhos calibrados sua beleza estonteante de uma jovem de 18 anos. Sua pele macia, com alguns pequenos fios de cabelo preto que aumentava o charme de suas nadegas. Um sinal de nascença próximo ao cóccix. Uma olhada mais próxima e pude perceber que ela ainda apresentava as marcas do coito noturno. Seu entre pernas ainda estava úmido. Algo liquido escorreu e deixou uma marca seca próximo ao seu períneo. Não podia mais avançar seu corpo se mostrava e se cobria ao mesmo tempo, e cabia ao observador que vos fala encontrar a melhor perspectiva fotográfica. O frio no quarto acabou com meu êxtase. Ela puxou pra si o lençol e gemeu algo ininteligível. Eram exatamente 5:30 da manhã e o sol começava a mostrar sua cara em meio a chuva. Ele tinha que nascer, eu querendo ou não, sem contar que eu deveria acordar Nayara para ela voltar para onde deveria está, no quarto dos meus filhos. Em poucas horas minha esposa voltaria de viagem e meus pequenos poderiam acordar e perceber que a sua tia cuidadora não estava mais com eles e a caçada pelos comodos da casa iniciaria. Eu deveria cuidar para que tudo voltasse ao normal.

Capítulo 3

Li uma vez que Freud disse que a sexualidade é uma dimensão humana essencial, e deve ser entendida na totalidade dos seus sentidos como tema e área de conhecimento. Eu apenas estava usando dois desses sentidos. A minha visão focal e periférica e minha audição aguçada sobre qualquer barulho próximo ao quarto.

Graças aos meus preguiçosos filhos, eu ainda tinha alguns minutos para contemplar o corpo jovem da minha cunhada e minha próxima atitude já tinha uma desculpa pronta, caso ela acordasse. Deitada de lado e com as pernas encostadas no estomago igual a posição um feto, ela não dava sinais que acordaria. Com movimentos cirúrgicos comecei a descobri uma parte do seu corpo, e mais uma vez meus óculos comprado e revisados há três meses me ajudaram a ver os mais belos pares de seios. Com uma auréola pequena, mas um bico protuberante eu parei por um instante anestesiado. Minha avó disse um dia que algumas mulheres já nascem com o bico pronto para amamentar, outras não, ainda tem que faze-lo. Minha vó não era Freud, mas também tinha sabedoria e seus conhecimentos empíricos. Que Deus a tenha! Nayara se enquadrava na primeira análise carnal de uma mama pronta para ser sugada. Mais abaixo, sua barriga, devido a posição em que estava, apresentou sua pela flácida, aumentada que encobria seu sexo. Alguns fios de cabelos grudaram na sua bochecha esquerda, seu corpo imóvel e exposto era muito mais bonito que o da sua irmã. Nayara abriu os olhos.

Fim!

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